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Publicado em 3/10/2016

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Campus Rio Grande: Setor de Patrimônio começa a implantar política de gestão dos bens no campus

A Coordenação de Materiais e Equipamentos, através do Setor de Patrimônio do Campus Rio Grande, iniciou em setembro, várias ações para orientar a comunidade acadêmica e promover o bom uso dos bens patrimoniais do educandário. Estão sendo colocadas nas portas das salas a relação de bens existentes em cada local, o que facilitará o controle e manuseio dos objetos em uso no campus. Todos os locais físicos estão sendo verificados com realização de inventário, atualização no Sistema e, em seguida, identificação dos bens por sala.

A partir deste ano, em todos os termos de responsabilidade dos bens que a CME entregar aos setores, a figura do usuário será identificada, o que representa uma co-responsabilidade do servidor usuário, auxiliando a chefia responsável por sua carga patrimonial, no que diz respeito a manutenção das informações destes bens quanto a sua localização e seu status.

“Nossa primeira ação externa de controle é a identificação dos bens por sala, que visa tornar mais acessível o controle dos bens por parte dos usuários, servindo como uma ferramenta simples de controle patrimonial. Aliada a uma planilha compartilhada com os coordenadores e diretores da instituição, todos os usuários dos bens deverão manter atualizadas as informações junto aos setores responsáveis pela carga patrimonial de sua sala”, explica o responsável pelo setor patrimonial, Jerônimo Silveira Maiorca.

As diretrizes básicas propostas para a construção de uma política ou cultura organizacional que vise a melhoria contínua da gestão dos bens patrimoniais no âmbito do IFRS/Câmpus Rio Grande terão como base: Legislação vigente sobre administração de patrimônio público; fluxos de trabalho da Coordenação de Materiais e Equipamentos/Patrimônio.

De acordo com o coordenador de Materiais e Equipamentos, Paulo Roberto Garcia Dickel, “a ideia principal é promover uma Política de Gestão Patrimonial, que visa construir uma nova cultura organizacional, envolvendo todo o público interno, servidores e alunos, com relação ao trato dos bens, como algo que pertence a todos”, explica.

Os objetivos da definição de uma política ou cultura organizacional específica para gestão patrimonial são:

-Reduzir os desperdícios gerados por má utilização dos bens patrimoniais;

-Aumentar o tempo de vida útil dos bens patrimoniais, através de práticas de conservação;

-Conscientizar o público interno (alunos e servidores) sobre os gastos financeiros e o impacto ambiental gerado por descartes “precoces” (ocorridos bem antes do tempo de vida útil de um bem);

-Aumentar o controle das movimentações dos bens patrimoniais, tanto dentro dos vários ambientes físicos do IFRS-Rio Grande, como fora, como por exemplo, para saídas de campo, eventos, entre outras ações.

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